| |
21/11/2006
Nova regata de volta ao mundo terá apenas uma escala
Seguindo o anuncio do lançamento da regata volta ao mundo em solitário ou em duplas - Global Ocean Challenge em fevereiro deste ano, agora é a vez da Solo-Oceans, uma regata volta ao mundo em solitário com barcos iguais e apenas uma escala.
“A Solo-Oceans é a primeira regata volta ao mundo em solitário na qual são garantidos aos skippers internacionais, competir em igualdade de equipamento a bordo de um monocasco Oceanic One Design® com de 16m (53,6 pés), de alta tecnologia, tudo estritamente idêntico um ao outro: casco, equipamento e velas.
A Solo-Oceans será realizada a cada dois anos com a primeira etapa sendo França - Nova Zelândia durante o último quadrimestre de 2009, seguida pela segunda etapa da Nova Zelândia - França no começo do ano seguinte em 2010. A segunda edição partirá da França em 2011 e da Nova Zelândia no início de 2012… e assim por diante.
O conceito da Solo-Oceans confia no tripé que realça a IGUALDADE de oportunidades entre skippers e donos de barcos competirem dentro de um mesmo fundamento, a EMOÇÃO que uma audiência muito grande indubitavelmente reconhecerá, e as GARANTIAS dadas a todos os atores envolvidos na regata: skippers, empresas, autoridades regionais e locais, jornalistas e representantes de autoridades esportivas.
A Oceanic One Design® é um produto da imaginação de Yvan Griboval e concebido com a participação de famosos velejadores solitários entre eles Michel Desjoyeaux, capitão do trimaran de 60 pés Géant, envolvido na definição do barco e Jean-Marie Finot, Pascal Conq e seu time que projetaram o novo barco. Toda decisão relativa a Oceanic One Design® tem que ser concordada por todas as três partes: Yvan Griboval, Michel Desjoyeaux e o Grupo Finot Conq. Cristian Brit é o responsável pela construção dos barcos e Hervé Laurent pelos equipamentos.
O objetivo da SailingOne é promover a navegação offshore com meios acessíveis e efetivos de comunicação e propaganda para empresas e autoridades regionais e locais, com uma excelente garantia de exposição na mídia e um alto retorno sobre o investimento.”
Com o surgimento desta nova regata, fica definido o passo-a-passo que um jovem skipper, que pretende se tornar um velejador solitário, precisa cumprir para chegar a “Fórmula 1” dos mares, ou seja, a classe Open 60 e a regata volta ao mundo em solitário sem escala Vendee Globe – o Everest da vela oceânica mundial. São eles: Classe Mini 6,5m , Classe Figaro/Beneteau 33 pés , Classe 40, Oceanic One Design 16m ou Open 50 e Open 60.
Divulgação Solo-Oceans
André Homem de Mello
Para mais informações acesse www.soloceans.com
Para saber mais sobre as aventuras de André Homem de Mello, leia o livro Diário de Bordo, disponível no site do velejador: www.andrehm.com.br.
|